Oceano Atlântico
O Atlântico divide as águas oceânicas do planeta. Apesar de haver nomes distintos para cada oceano, suas águas estão interligadas. O oceano Atlântico, por exemplo, é ligado ao norte com o oceano Ártico; a sudoeste, com o oceano Pacífico; a sudeste, com o Índico; e ao sul, com Antártico.
O oceano em questão é dividido em duas partes, tomando como referência a linha do Equador, dando origem ao Atlântico Norte e Atlântico Sul. Fazem parte desse oceano o mar Mediterrâneo, Mar do Norte, Mar das Caraíbas, Báltico. Banha a costa brasileira e africana. O relevo oceânico do Atlântico possui uma grande cadeia de montanhas, denominadas de mesoatlântica.
Os grandes rios do mundo desembocam suas águas no Atlântico, dentre os quais podemos citar: Rio Amazonas, São Lourenço, Orinoco, Mississipi, Paraná, Congo, Níger e Loire.
Mesmo sendo o segundo maior em extensão, o Atlântico ocupa o primeiro lugar em importância, uma vez que grande parte do fluxo comercial circula por ele.
Oceano Ártico
Centro do Oceano Ártico.
O Oceano Ártico ou Oceano Glacial Ártico ocupa uma área de 21 milhões de quilômetros quadrados, corresponde ao conjunto de águas que se encontram congeladas situadas nas proximidades do círculo Polar Ártico no extremo norte do planeta.
Fazem parte do Oceano Ártico territórios como Rússia, Alasca, Canadá, Groenlândia, Islândia e península Escandinava.
Suas águas são oriundas do Oceano Atlântico e Pacífico que são interligados por meio do estreito de Bering. O Oceano Ártico detém uma profundidade de aproximadamente 5.000 metros, suas águas permanecem congeladas o ano todo.
Fazem parte do Oceano Ártico territórios como Rússia, Alasca, Canadá, Groenlândia, Islândia e península Escandinava.
Suas águas são oriundas do Oceano Atlântico e Pacífico que são interligados por meio do estreito de Bering. O Oceano Ártico detém uma profundidade de aproximadamente 5.000 metros, suas águas permanecem congeladas o ano todo.
Apesar de configurar como um Oceano, não oferece condições como os outros de utilização para atividades como o transporte marítimo e a pesca, por causa das adversidades climáticas, pois as temperaturas são extremamente baixas. As características climáticas da região são provenientes de sua localização geográfica, a luz solar incide com pouca intensidade em face dos elevados graus de inclinação, dessa forma não ocorre a irradiação solar, e por isso permanece muito frio em todo decorrer do ano.
No Oceano Ártico estão inseridos diversos mares menores, como o Mar de Barents, Mar de Kara, Mar de Laptev, Mar da Sibéria Oriental, Mar de Chukchi, Mar de Beaufort e o Mar de Lincoln. As águas do Oceano Ártico realizam uma restrita interação com os demais oceanos. Debaixo dos gigantescos blocos de gelo as águas conservam suas temperaturas em torno de 0ºC e essas apresentam salinidade inferior.
As águas dos oceanos estão mais quentes. Mais do que se imagina. Não é só o fenômeno El Niño, que eleva a temperatura da superfície do Oceano Pacífico e provoca chuvas torrenciais na Região Sudeste. Nem só o fato de o Oceano Atlântico ter estado mais quente este ano: nas chuvas que desabaram sobre o Rio em abril, o aumento de 1,5 grau contribuiu para a intensidade das tempestades, causando mais evaporação e trazendo umidade extra ao litoral. Cientistas publicaram esta semana um artigo na revista Science no qual estimam que os oceanos absorvam cerca de 90% da energia solar que fica presa na Terra por causa dos gases do efeito estufa.
Eles descobriram este fenômeno ao perceberem que as atuais ferramentas de medição do aquecimento global não captam nem metade do calor, que especialistas acreditam ter aumentado na Terra nos últimos anos.
Sensores de satélite, boias oceânicas e outros instrumentos seriam, segundo eles, inadequados para rastrear esse calor não detectado, que deve estar aumentando nas profundezas dos oceanos.
E embora instrumentos de satélites indiquem que gases de efeito estufa continuem a prender mais energia solar no planeta, cientistas não têm sido capazes de determinar para onde exatamente o calor está indo.
E embora instrumentos de satélites indiquem que gases de efeito estufa continuem a prender mais energia solar no planeta, cientistas não têm sido capazes de determinar para onde exatamente o calor está indo.
- Ou as observações de satélite estão incorretas, ou, o que é mais provável, grandes quantidades de calor estão penetrando em regiões que não são adequadamente medidas, assim como as partes mais profundas dos oceanos - diz Kevin Trenberth, principal autor do estudo e cientista do Centro Nacional de Pesquisa Atmosférica (NCAR), dos EUA.
Segundo os cientistas, algum aumento de calor pode ser detectado entre profundidades de cerca de mil a dois mil, porém mais calor deve estar em locais mais profundos, além do alcance dos sensores de oceanos.
- Este calor vai nos assombrar mais cedo ou mais tarde - diz Trenberth, principal autor do estudo e cientista do NCAR. - É fundamental rastrear a elevação da energia em nosso sistema climático para que possamos entender o que está acontecendo e prever nosso clima futuro.
Segundo os cientistas, algum aumento de calor pode ser detectado entre profundidades de cerca de mil a dois mil, porém mais calor deve estar em locais mais profundos, além do alcance dos sensores de oceanos.
- Este calor vai nos assombrar mais cedo ou mais tarde - diz Trenberth, principal autor do estudo e cientista do NCAR. - É fundamental rastrear a elevação da energia em nosso sistema climático para que possamos entender o que está acontecendo e prever nosso clima futuro.
Trenberth e o co-autor, John Fasullo, se concentraram em um mistério central das mudanças climáticas. Segundo eles, as temperaturas da superfície da Terra têm sido regulares nos últimos anos. Ainda assim, o derretimento de geleiras e do gelo do mar do Ártico, e os níveis do mar cada vez mais elevados indicam que o aquecimento continua a ter profundos efeitos sobre o planeta.
Instrumentos de satélite mostram um desequilíbrio crescente entre a energia do Sol entrando na atmosfera e a energia deixando a superfície da Terra. Esse desequilíbrio é a fonte do aquecimento global de longo prazo. Rastrear a quantidade crescente de calor na Terra é mais complicado do que medir temperaturas na superfície do planeta.

Trenberth e Fasullo querem sensores de oceanos adicionais, junto com análise de dados mais sistemática e novas abordagens para calibrar instrumentos de satélite, para ajudar a resolver o mistério. As boias que os pesquisadores começaram a empregar no ano 2000 para medir temperaturas dos oceanos, por exemplo, estão separadas por cerca de 300 quilômetros, e fazem leituras a cada dez dias de uma profundidade de cerca de dois mil metros até a superfície. Há planos para ter mais boias desse tipo capazes de medir o calor em profundidades maiores.
- Nossa preocupação é que nós não somos capazes de monitorar inteiramente ou entender o desequilíbrio. Isso revela uma lacuna em nossa capacidade de observar o aumento do calor em nosso sistema climático - diz Fasullo.

Oceano ÍndicoCom uma extensão de 73.440.000 km², o Oceano Índico é o terceiro maior do mundo, banhando a Ásia, África e Oceania. Acredita-se que o mesmo tenha se originado na Era Mesozóica, a partir da divisão do supercontinente Gondwana. O Oceano Índico engloba o Mar Vermelho, o Golfo Pérsico, o Golfo de Áden, o Golfo de Omã, a Baía de Bengala, o Mar de Andaman, o Estreito de Malacca, Estreito de Ormuz, o Canal de Moçambique e o Mar da Arábia. A profundidade média do oceano é de 3.890 metros; seu ponto mais profundo é a Fossa de Java, situada a 7.725 metros abaixo do nível do mar.
A dinâmica das águas do Oceano Índico é mais complexa que dos outros oceanos. A parte sul do Índico é bem próxima ao Oceano Antártico, fato que faz com que as águas dessa região sejam bem mais frias; em contrapartida, em virtude da proximidade com o continente, as águas da região norte do oceano são bem quentes.
Essas diferenças de temperatura resultam em ventos que sopram do Índico para a Ásia Meridional durante o verão, e da Ásia Meridional para o Oceano Índico durante o inverno: as chamadas “monções”. Esses ventos causam enchentes e inundações em algumas regiões, e secas e estiagens em outras.
As altas temperaturas da maior parte do oceano mantêm baixa a produção de plânctons, dessa forma, a vida marinha é limitada. A pesca também é restrita aos níveis de subsistência. A maior importância econômica do Oceano Índico é o transporte de mercadorias, principalmente do petróleo do sudeste asiático aos países do ocidente. Suas maiores ilhas são Madagascar e Sri Lanka. O Índico também é receptor de importantes rios, como o Ganges, e os rios Tigre e Eufrates, por exemplo.

Oceano PacíficoO Oceano Pacífico é a maior e mais antiga massa marítima do mundo. Para se ter uma idéia, se somarmos toda a área das regiões emersas do planeta, que equivale a cerca de 165 milhões de km², mesmo assim, esse número é inferior à área total do oceano, que é de cerca de 180 milhões de km². O Oceano Pacífico também é o de maior profundidade média: 87,8% de sua área possui uma profundidade superior a 3.000m; sua profundidade média é de 4.280 m.
Localizado a oeste da América, a leste da Austrália e da Ásia, e ao sul da Antártida, o oceano foi descoberto em 1513 pelo espanhol Vasco Núñez de Balboa, tendo sido navegado pela primeira vez em 1520, pelo navegador português Fernão de Magalhães.
Uma das características principais do oceano é o seu grande número de ilhas, aproximadamente 25.000. O conjunto dessas ilhas é denominado de Micronésia (pequenas ilhas) ou Polinésia (muitas ilhas). Além disso, o oceano também é caracterizado pela sua intensa atividade vulcânica. Isso ocorre pelo fato de o mesmo estar inteiramente contido em uma placa tectônica, denominada “Placa do Pacífico”.
O Oceano Pacífico recebe pouca influência de massas de ar continentais. Devido a sua extensão, nele existem cinco zonas ou regiões climáticas diferentes, apresentando temperaturas bastante distintas em cada uma dessas regiões. O oceano engloba as seguintes regiões marítimas: Oceano Glacial Antártico, Mar de Bering, Mar de Olchotsk, Mar do Japão, Mar da China Oriental, Mar da China Meridional, Mar de Java, Mar de Arafura, Mar de Corais, Mar de Taemfinia, Mar de Sonda e Golfo da Califórnia.
Oceano Índico
Oceano Índico
A dinâmica das águas do Oceano Índico é mais complexa que dos outros oceanos. A parte sul do Índico é bem próxima ao Oceano Antártico, fato que faz com que as águas dessa região sejam bem mais frias; em contrapartida, em virtude da proximidade com o continente, as águas da região norte do oceano são bem quentes.
Essas diferenças de temperatura resultam em ventos que sopram do Índico para a Ásia Meridional durante o verão, e da Ásia Meridional para o Oceano Índico durante o inverno: as chamadas “monções”. Esses ventos causam enchentes e inundações em algumas regiões, e secas e estiagens em outras.
As altas temperaturas da maior parte do oceano mantêm baixa a produção de plânctons, dessa forma, a vida marinha é limitada. A pesca também é restrita aos níveis de subsistência. A maior importância econômica do Oceano Índico é o transporte de mercadorias, principalmente do petróleo do sudeste asiático aos países do ocidente. Suas maiores ilhas são Madagascar e Sri Lanka. O Índico também é receptor de importantes rios, como o Ganges, e os rios Tigre e Eufrates, por exemplo.
Oceano Pacífico
Oceano Pacífico
Localizado a oeste da América, a leste da Austrália e da Ásia, e ao sul da Antártida, o oceano foi descoberto em 1513 pelo espanhol Vasco Núñez de Balboa, tendo sido navegado pela primeira vez em 1520, pelo navegador português Fernão de Magalhães.
Uma das características principais do oceano é o seu grande número de ilhas, aproximadamente 25.000. O conjunto dessas ilhas é denominado de Micronésia (pequenas ilhas) ou Polinésia (muitas ilhas). Além disso, o oceano também é caracterizado pela sua intensa atividade vulcânica. Isso ocorre pelo fato de o mesmo estar inteiramente contido em uma placa tectônica, denominada “Placa do Pacífico”.
O Oceano Pacífico recebe pouca influência de massas de ar continentais. Devido a sua extensão, nele existem cinco zonas ou regiões climáticas diferentes, apresentando temperaturas bastante distintas em cada uma dessas regiões. O oceano engloba as seguintes regiões marítimas: Oceano Glacial Antártico, Mar de Bering, Mar de Olchotsk, Mar do Japão, Mar da China Oriental, Mar da China Meridional, Mar de Java, Mar de Arafura, Mar de Corais, Mar de Taemfinia, Mar de Sonda e Golfo da Califórnia.